Homenagem aos 190 anos da Alece reúne deputados, governador e ministro na Câmara dos Deputados

O Congresso Nacional realizou sessão solene em homenagem aos 190 anos da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece). A iniciativa reuniu autoridades estaduais e federais e marcou a projeção nacional do parlamento cearense, uma das instituições em funcionamento contínuo mais antigas do país.

Diversas autoridades cearenses compareceram à sessão, como o ministro da Educação, Camilo Santana; o governador do Ceará, Elmano Freitas; e deputados federais como Fernanda Pessoa, José Guimarães, Eunício Oliveira e Luiz Gastão, além do presidente da Alece, Romeu Aldigueri. Também participam do evento deputados estaduais aliados ao governo estadual e da oposição.

“A Alece fez algo extraordinário: ela atravessou o tempo. São quase dois séculos em que o Brasil mudou, o Ceará mudou, mas um princípio permaneceu inabalável: a Assembleia Legislativa foi, é e continuará sendo a Casa do Povo Cearense. Sua história não é feita apenas de leis. De debates que moldaram a educação e a infraestrutura. De decisões que ampliaram direitos sociais. De avanços que aproximaram o Parlamento da vida real das pessoas”, discursou Gastão. 

80 anos vaquejada Itapebussu – Antes, Gastão também participou da sessão solene em homenagem aos 80 anos da Vaquejada de Itapebussu. Mais do que uma competição esportiva, a vaquejada é expressão viva da relação histórica entre o homem e o sertão. Em Itapebussu, município de Maranguape, essa tradição se perpetua com responsabilidade, modernização das práticas e respeito ao bem-estar animal, em conformidade com as normas legais que regem a atividade. 

A Vaquejada de Itapebussu é uma das mais tradicionais do Brasil e representa um importante patrimônio cultural nordestino, sendo símbolo da identidade, da resistência e da valorização das raízes sertanejas. 

“A vaquejada também é uma força econômica. Ela movimenta o comércio, incentiva o turismo, gera trabalho e fortalece toda a cadeia que existe ao redor desse universo. Mas, acima de tudo, representa pertencimento. É saber de onde viemos e o que nos une como nordestinos”, discursou Gastão na tribuna.